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Ciclo redescobre Alexander Kluge

O universo múltiplo de Alexander Kluge

Alexander Kluge: Der Fünfte Akt (Goethe Institut)

Alexander Kluge: O quinto ato (Goethe Institut)

O cinema de Alexander Kluge (Zero Hora)

Antídoto Kluge: Jane de Almeida fala sobre a produção do pensador alemão

Retrospectiva Alexander Kluge (Goethe Rio)

O cinema político e o envelhecimento das idéias

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A propósito de Gorin e do Grupo Dziga Vertov

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O amigo de Glauber e de Godard

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CCBB exibe e discute estética no Cinema

Mostra "Estratégias da Imagem", no CCBB, inclui dez filmes que trazem a chegada de novas tecnologias de edição

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Mostra Alexander Kluge:
o quinto ato

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Mostra Alexander Kluge: o quinto ato é indicada ao prêmio Jairo Ferreira de melhor mostra de 2007
Alexander Kluge foi o homenageado no Festival de Cinema de Veneza em 2007
Diretor alemão defende cinema online no Festival de Veneza
Alexander Kluge recebeu o mais renomado prêmio literário da Alemanha

Universidade de Princeton inaugura o Arquivo Alexander Kluge
"O cinema ainda nos surpreenderá". Jornal da Mostra de Cinema, 2007
Fotos: Regina Schmecken

2008
Ciclo de Cinema Alexander Kluge: o quinto ato em Brasília, com palestra de José Carlos Avellar
clique aqui para saber mais (hotsite)

2007

Em 2007 a witz produziu, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre, o Ci
clo de Cinema e debate sobre a obra do cineasta alemão Alexander Kluge com a projeção de sua filmografia completa de longa-metragens (vários inéditos no Brasil) e programas de televisão.
Quando: 26 de setembro a 07 de outubro de 2007 em São Paulo
16 a 28 de outubro no Rio de Janeiro
09 a 14 de outubro em Porto Alegre
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo (CCBB - São Paulo)
Cinemateca do
MAM no Rio de Janeiro

Sala P.F. Gastal / USINA das Artes em Porto Alegre

Alexander Kluge não é apenas um diretor de filmes, mas um dos mais importantes pensadores alemães. Essa mostra vai exibir sua filmografia completa de longa-metragens, apresentando vários filmes inéditos no Brasil, além de curtas e de seus programas de televisão, 10 vor 11, Prime Time e News & Stories, alguns com entrevistas com Jean-Luc Godard, Susan Sontag, entre outras.

Durante a mostra em São Paulo foi lançado o livro Alexander Kluge: o quinto ato (editora Cosac Naify) com 11 ensaios do livro Histórias do Cinema (Geschichten vom Kino), lançado em 2007 pela editora Suhrkamp: O programa dos cinemas em dezembro de 1917, em São Petersburgo e em Moscou, Uma observação de Walter Benjamin, As três máquinas que constituem o cinema, No limiar entre a história do cinema e a televisão, O que nunca foi filmado critica o que foi filmado, Russian Endings / American Endings, Trazer o mundo ao mundo, Uma ducha de luz, Algo secundário que, se fosse algo principal, teria sido realmente bem sucedido, Novas chances para o cinema, O caráter multiforme da evolução, os artigos Reinventando o Nickelodeon: notas sobre Kluge e o primeiro cinema (publicado originalmente na Revista October, MIT Press), da crítica de cinema e professora da Universidade de Chicago Miriam Hansen, Kluge e a televisão, do professor de cinema na USP Arlindo Machado, A realidade não é realista. Alexander Kluge, o cinema europeu e alemão e Fantasia prática: facts and fakes, do pesquisador da obra de Alexander Kluge e professor de História da Cultura na Universidade de Bremen , Rainer Stollmann, além da filmografia, sinopses e apresentação da organizadora Jane de Almeida.

A mostra em São Paulo contou também com as palestras, no dia 29/09 às 18h, de Rainer Stollmann e Arlindo Machado, que falaram sobre o As imagens de Alexander Kluge.

Produções anteriores




A mostra de filmes do Grupo Dziga Vertov apresentou 7 filmes feitos nos anos 60 e 70 por Jean-Luc Godard e vários colaboradores em processo de produção coletiva. São filmes revolucionários, maoístas, experimentais. Também são chamados de “invisíveis” dada a dificuldade de serem exibidos e certamente de serem vistos, pois é exigido do espectador não apenas a disposição para o jogo de referências, mas também a afiliação às crenças revolucionárias. Antes de tudo, são filmes para serem ouvidos, pois são experiências valiosas a respeito do jogo dialético entre o som e a imagem.

A mostra contou com a presença de Jean-Pierre Gorin, que dirigiu quatro dos filmes do Grupo Dziga Vertov e mais dois apenas com Godard: Tudo vai bem e Carta para Jane, ambos apresentados no evento. Gorin teve uma parceria efetiva com Godard e certamente foi a fonte intelectual de idéias contemporâneas do Grupo naquela época. A ele também é atribuído o fato de ter nomeado o Grupo como Dziga Vertov, como uma homenagem ao cineasta soviético. Até hoje para Gorin, e em sua prática cinematográfica mais recente, pois tem dirigido filmes extremamente sofisticados, trata-se de questionar as convenções por meio da gramática cinematográfica e não do idioma. A mostra percorreu os Centros Culturais Banco do Brasil nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

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